Monthly Archives: January 2016

Book review: The Windup Girl

by Paolo Bacigalupi

5202730407_fa11033cf6

The Windup Girl Image by Moshe Reuveni licensed under Creative Commons

This was a book that came highly recommended by a trusted source and no wonder! It feels like top-of-the-shelf steampunk and reads like some of the best fantasy fiction I know. The characters all have strong individual voices, and in the book’s 350-odd pages, a couple of characters go through intense internal conflict or develop and change subtly.

At first the title made me think of gears and clockwork and even the girl’s described movements seem almost steam-powered, but about a third way in I realized she’s simply a genetically engineered organism. Well, “simply” doesn’t really do it justice, because it is implied that her human genes were spliced with a number of other animal genes. One character jokes that she must have some Labrador in her to be so automatically and helplessly obedient. Through the course of the book you realize how far-reaching the bio-engineering was – in many ways (some of them quite dangerous) she is the “improved human organism”, though she is not aware of this and her manufacturer certainly tries to train and punish out even the inkling of such a thought from all young windups. In fact, to further create a gap between windups and regular people, they are made more identifiable (and therefore isolated and excluded from “normal society”) by their so-called heechy-keechy movements: a stutter-stop motion.  Continue reading

Advertisements

Leave a comment

Filed under Books

Uma crítica do livro: The First Fifteen Lives of Harry August

Claro que eu não sou uma nativa de portugues… então esse aqui combina duas coisas que eu adoro: ler livros e aprender linguas novas. 🙂 Se você tem correções, por favor me mande, eu lhe agredeço.

Beijos!

 

The First Fifteen Lives of Harry August 

Pela Claire North

[Cuidado: contém alguns spoilers]

Wow… Passaram-se apenas três dias desde que abri o livro até eu fechar a página final. Ainda até a metade da historia eu não sabia exatamente o que aconteceria, nem como terminaria. Embora o começo abra com a mesma frase que o capítulo final (e claro por essa altura faz sentido) e embora o primeiro capítulo já introduza o foco do enredo, ainda não é uma história linear (kkk – uma piada interna para a gente que já leu).

Na verdade The First Fifteen Lives of Harry August tem só duas personagens principais; um deles é o narrador e os personagens menores fornecem contexto delicioso e apoiam o enredo. Certamente o Harry é o protagonista são e racional com quem a gente pode se relacionar; é através dele que o leitor vive várias vidas animadas e bem-intencionadas. (Spoiler…) O Vincent é “o outro”, o antagonista; a gente perpetuamente e repetidamente suspeita dele na última metade o detesta. Não falarei mais sobre os dois. 😉

O escritor aborda o assunto de viagem no tempo e universos múltiplos na forma diferente que eu já vi. Tem muito mais ordem e coesão, não apenas uma situação turbulenta. Tem a imortalidade através um ciclo infinito da mesma bobina da vida… embora a bobina sempre progrida para frente. Claro, pessoas que passassem séculos experimentando o mesmo ciclo do tempo de novo e de novo tornariam entediados ou enlouqueceriam (imagina que você vive de nascimento até a morte, envelhecendo como todos, morrendo como as outras pessoas, porém você faz isso duas, dez, cem vezes). Alguns desses tipos de pessoas tentam mudar o mundo de forma que afetam a si mesmos e também ao futuro, de maneira irrevogável e catastrófica. É aí que o nosso herói enfrenta o seu arqui-inimigo com relacionamentos adequadamente complexos e motivos obscuros adicionado na mistura diabólica.

Leave a comment

Filed under Books