Uma crítica do livro: The First Fifteen Lives of Harry August

Claro que eu não sou uma nativa de portugues… então esse aqui combina duas coisas que eu adoro: ler livros e aprender linguas novas. 🙂 Se você tem correções, por favor me mande, eu lhe agredeço.

Beijos!

 

The First Fifteen Lives of Harry August 

Pela Claire North

[Cuidado: contém alguns spoilers]

Wow… Passaram-se apenas três dias desde que abri o livro até eu fechar a página final. Ainda até a metade da historia eu não sabia exatamente o que aconteceria, nem como terminaria. Embora o começo abra com a mesma frase que o capítulo final (e claro por essa altura faz sentido) e embora o primeiro capítulo já introduza o foco do enredo, ainda não é uma história linear (kkk – uma piada interna para a gente que já leu).

Na verdade The First Fifteen Lives of Harry August tem só duas personagens principais; um deles é o narrador e os personagens menores fornecem contexto delicioso e apoiam o enredo. Certamente o Harry é o protagonista são e racional com quem a gente pode se relacionar; é através dele que o leitor vive várias vidas animadas e bem-intencionadas. (Spoiler…) O Vincent é “o outro”, o antagonista; a gente perpetuamente e repetidamente suspeita dele na última metade o detesta. Não falarei mais sobre os dois. 😉

O escritor aborda o assunto de viagem no tempo e universos múltiplos na forma diferente que eu já vi. Tem muito mais ordem e coesão, não apenas uma situação turbulenta. Tem a imortalidade através um ciclo infinito da mesma bobina da vida… embora a bobina sempre progrida para frente. Claro, pessoas que passassem séculos experimentando o mesmo ciclo do tempo de novo e de novo tornariam entediados ou enlouqueceriam (imagina que você vive de nascimento até a morte, envelhecendo como todos, morrendo como as outras pessoas, porém você faz isso duas, dez, cem vezes). Alguns desses tipos de pessoas tentam mudar o mundo de forma que afetam a si mesmos e também ao futuro, de maneira irrevogável e catastrófica. É aí que o nosso herói enfrenta o seu arqui-inimigo com relacionamentos adequadamente complexos e motivos obscuros adicionado na mistura diabólica.

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